Muitas vezes com corpo de arqueduto,
Prefiro preencher meus espaços sólidos
Com a abstração dos sentimentos.
Sentimento que agora é meu, mas quase sempre
Prefiro, preciso, que venha de você.
E nessa incessante busca do meu eu por um eu,
Me perco nos labirintos da velha alma num novo corpo.
Ah! Acho que se eu me achasse não faria tanto sentido,
Me perderia novamente.
Buscas, procuras. Com, sem.
Minha vida não precisa de um quociente, para ter um sentido.
Minha vida precisa de um sentido, para ser vida.
Pra ser vivida.
Vidar ou viver?
Várias facetas de um novo mundo velho.